E lá vai ela outra vez, enfrentar a vida com a única arma que ainda resta: “O seu sorriso.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Minha vida é assim: uma hora eu estou chorando pelos cantos, outra estou sorrindo que nem bobo. (sabedorias)
Você sabe como é ter o coração partido? É sentir que nada mais em você faz sentido. É olhar pra dentro de si e ver um espaço vazio. Ultimamente eu não tenho conseguido fechar os olhos sem que essa tristeza transpassasse em minha mente. A realidade é diferente do que a gente deseja que seja. Quando percebemos que as coisas não são como a gente esperava o mundo cai aos nossos pés. Eu sempre preferi fugir de coisas que me faziam perder o controle. Por mais sedutora que seja a noite, todo mundo precisa de um lugar pra onde voltar. Não consigo dormir direito e não quero acordar e perceber que tudo mudou. Eu não quero acordar.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
E uma compulsão horrível de quebrar imediatamente qualquer relação bonita que mal comece a acontecer. Destruir antes que cresça. Com requintes, com sofreguidão, com textos que me vêm prontos e faces que se sobrepõem às outras. Para que não me firam, minto. E tomo a providência cuidadosa de eu mesmo me ferir, sem prestar atenção se estou ferindo o outro também. Não queria fazer mal a você. Não queria que você chorasse. Não queria cobrar absolutamente nada. Por que o Zen de repente escapa e se transforma em Sem? Sem que se consiga controlar.
Eu entro nesse barco, é só me pedir. Nem precisa de jeito certo, só dizer e eu vou. Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes. Mudo o visual, deixo o cabelo crescer, começo a comer direito, vou todo dia pra academia. Mas você tem que remar também. Eu desisto fácil, você sabe. E talvez essa viagem não dure mais do que alguns minutos, mas eu entro nesse barco, é só me pedir. Perco o medo de dirigir só pra atravessar o mundo pra te ver todo dia. Mas você tem que me prometer que vai remar junto comigo. Mesmo se esse barco estiver furado eu vou, basta me pedir. Mas a gente tem que afundar junto e descobrir que é possível nadar junto. Eu te ensino a nadar, juro! Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças! Você tem que me prometer que essa viagem não vai ser a toa, que vale a pena. Que por você vale a pena. Que por nós vale a pena. Remar. Re-amar. Amar
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
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